Chuva de desamor

Foto: reprodução/Youtube

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Queima como brasa insolvente

Deturpa a beleza que resiste tangente

O abandono se impõe inclemente

Fugazes são as escolhas da mente

Só é canção se tristeza

Só é alegria se som desprovido

Só é amor se denegrido

Só é memória se corrompida

Metereologia da banalidade

Apaixona-se pela imprevisibilidade

Inquietante em sua volatilidade

Amor que foge para ser

Passado que vence o futuro

Adeus que chora perdão

Paz que se firma no não

Chuva que arde no coração

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Sobre Reinaldo Glioche


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