Então…

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Quem sou eu para proibir a natureza de alguém? Eu poderia me perguntar isso todos os dias, mas somente às segundas-feiras é que a indagação mais me incomoda. Não penso, inconsciente, em ser maior do que posso, mas sei, consciente, de que tento ser além do que devo.

Por isso, as palavras me faltam. Não sei se elas fugiram. Não sei se elas se negam a me ajudar. Como um rio seco, culpo o rio por secar e não as causas da sua dor. Mesmo com sua falta, corre os sons de suas águas. Não percebe?

Santa euforia! Devia ser ela a solução para tudo. Assim, o remédio já estaria pronto. Não reconheço as minhas margens. Gosto de ser folha em branco, sem linhas, possível de transbordar com limites. Seria bom ser o céu.

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Sobre Celso Oliveira

Jornalista e Mestre em Ciência da Comunicação pela ECA/ USP. Ver todos os artigos de Celso Oliveira

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