LUMENS

 

 

 

LUMENS

Segundo o primeiro livro da bíblia, Deus fez a luz no primeiro instante da criação do mundo, pois as trevas já existiam e era necessário criar seu contrário. O motivo de criação da luz foi a existência da escuridão; da mesma forma, quando Deus criou o homem percebeu que ele também precisava ser binário, não só para fazer-lhe companhia, mas para que também pudesse perpetuar a espécie, garantindo continuidade à vida. São questionamentos importantes da história da criação humana, que explicam a existência binária (homem/mulher, treva/luz, bondade/maldade, etc.), desde o primeiro sopro de luz.
O sol também havia sido criado junto com o universo, segundo Gênesis, mas as nuvens o impediam de irradiar sua luz à superfície do planeta. A primeira fagulha era difusa e não permitia que, da terra, se visse o sol. Eram necessários mais focos luminosos que em uníssonos, iluminariam toda a superfície do planeta.
A estória contada pela bíblia nos dá uma ideia de que, várias unidades de fluxos luminosos irradiam luz em diversos pontos da terra. Segundo o dicionário Lello Universal – “lúmen, do latim, lumen: luz – é unidade do fluxo luminoso no sistema. O lúmen é o fluxo luminoso emanado de uma origem uniforme de dimensões infinitamente pequenas e de intensidade igual a uma vela decimal”… (LELLO, s/d, p. 118). Para se ter uma ideia melhor do significado da palavra lúmen, uma vela gera 14 lumens para iluminar um ambiente e o pôr-do-sol 400 lumens.
Desse modo, a Academia de Letras do Brasil de Mariana-MG (criada e fundada em abril de 2009), a Aldrava Letras e Artes (criada e fundada em outubro de 2000) e o Instituto Brasileiro de Culturais Internacionais de Minas Gerais (criado em setembro de 2007) uniram-se para editar a primeira antologia dessas três renomadas instituições culturais, que têm em seus quadros, poetas, cronistas, ensaístas, artistas visuais e cronistas, para fazer nascer, de diversas vozes iluminadas, o livro LUMENS.
Foram necessários 38 fluxos luminosos, oriundos dos estados de Minas Gerais, de São Paulo, do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul, para fazer irradiar a produção literária eclética e criativa desses nobres escritores brasileiros, capazes de perpetuar uma das mais iluminadas e apaixonantes manifestações culturais criada pelo ser humano: a arte de escrever.
E assim, irradiam-se Lumens!

(Andréia Donadon, Academia de Letras do Brasil , seção de Mariana)

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